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Ação da Petrobras só se tornará atrativa se romper os R$ 30,70 ou cair a R$ 28,45, diz analista

SÃO PAULO – Em tendência lateral há semanas, e com topos e fundos irregulares, as ações preferenciais da Petrobras (PETR4) não estão, neste momento, atrativas para compras por análise técnica, segundo a analista Jéssica Feitosa, da Eleven Financial Research.

Na visão dela, os únicos patamares de preço do papel que são bons pontos de compra por análise técnica no curto prazo são o rompimento da resistência dos R$ 30,70 e o recuo até o suporte dos R$ 28,45. Vale lembrar que suporte é uma região gráfica na qual a ação historicamente atrai compradores e a resistência é o nível de preço que, ao contrário, possui alta pressão vendedora.

“A resistência está nos R$ 30,70. Abaixo desse nível, a PETR4 vai seguir congestionada”, alerta a analista, que se diz mais confiante em sucesso se houver o rompimento da resistência. Na avaliação de Jéssica, a partir dos R$ 30,70, a ação tenderia a buscar os R$ 32,90 ou R$ 33,00 pela projeção de Fibonacci no gráfico. No cenário de R$ 32,90, a operação resultaria em um ganho de 7,17%.

O stop loss – ordem automática que o investidor deve colocar para evitar perdas muito grandes – ficaria em R$ 29,20.

Já para o investidor que quiser se arriscar mais, Jéssica vê a possibilidade de uma operação com compra nos R$ 28,45 e venda nos R$ 30,20. Seria um trade focado na amplitude da congestão atual dos preços da ação com potencial de ganhos de 6,2%. Um stop interessante nesse caso seria os R$ 28,40.

Confira abaixo o gráfico da ação preferencial da Petrobras:

(Crédito: Elaboração Eleven, com dados do Broadcast)

Análise técnica

Chamada de análise gráfica por alguns, ela parte do pressuposto de que tudo o que pode ser medido acerca do desempenho futuro de uma ação já está precificado.

Desse modo, os movimentos diários do papel teriam um componente muito maior de percepção psicológica dos investidores sobre se está caro ou barato, subiu demais ou caiu demais, do que de fundamentos.

As operações em análise técnica, então, são guiadas a partir de um estudo do gráfico do preço da ação, verificando quais patamares de preço geralmente atraem vendas (resistências) e quais outros atraem compras (suportes). Também são observados padrões gráficos que sinalizam reversões de tendência nas cotações.

Outras ferramentas da análise técnica incluem o Índice de Força Relativa (IFR), que cruza dados de preço de fechamento com volume negociado de ações, projeção de Fibinacci, análise de médias móveis, Bandas de Bollinger e outras.

Fonte: Infomoney e Levante

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